O combate à pedofilia no Brasil

Enviada em 15/02/2018

Nos primórdios, a Grécia Antiga possuía como ato cultural a iniciação de uma criança à vida adulta. Essa ocorrência se dava por um maior de idade, geralmente mais influente que, omitindo a vontade alheia, tinha relações sexuais com um menor de idade. Na contemporaneidade práticas que se assemelham à história transcorrem expondo casos de diversas justificativas.

É indubitável que não somente a cópula propriamente  mas também atividades que incitam o ato; promovem na criança marcas tanto físicas quanto psicológicas. No atual cenário, onde vem crescendo o número de casos de pedofilia, 20 crianças de até 9 anos dão entrada em hospitais vítimas desse tipo de violência, segundo o Ministério da Saúde.

Nos dias que decorrem mais fica claro que, não só no Brasil, mas também em todos os países do mundo há casos como esse. Porém, assim como no passado as relações se davam de forma cultural, em nossa nação muitas crianças já se desenvolvem com mentalidades induzidas por indivíduos de má índole; que mostram ao possível futuro criminoso que, é natural e cultural tal prática.

Como alternativa para se intervir em tais assuntos é dado ao Governo a sugestão de que, ao se conversar sobre as leis que regem o assunto da pedofilia, as penas devem ser melhor empregadas para não haver oportunidades, como o autor do crime voltar a cometê-lo. Os pais, ao perceber que o filho já possui uma compreensão básica, devem conversar com os mesmos, alertando-os tanto para não cometer quanto para não incitar outros a cometerem a ação. As escolas, como promotoras de um senso crítico, devem conversar sobre a errônea atitude, colocando palestras e debates para desenvolver um sentimento de amizade e companheirismo uns com os outros, o que pode trazer uma maior defesa e auxílio com vítimas ou os que podem vir a ser.