O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 23/02/2018
Ruptura dos diretos humanos
Crianças e adolescentes enfrentam diversos empecilhos na civilização contemporânea, até mesmo a crescente e degradante violação sexual oriunda de desconhecidos ou indivíduos próximos do ambiente familiar. Majoritariamente, a pedofilia está estritamente relacionada com a intensificação do uso das redes sociais precocemente bem como a escassez de diálogo sobre a temática nas famílias.
Em primeira instância, é válido salientar que uma quantidade considerável de casos envolvendo a pedofilia têm início mediante a utilização e exposição exacerbada nas redes sociais. Desse modo, crianças e adolescentes estão suscetíveis a ruptura de seus direitos, principalmente quando há omissão dos responsáveis. Nesse viés, o anonimato que a internet proporciona é convertido em exploração sexual de menores através do envio de fotos íntimas, conversas com conteúdos libidinosos e até mesmo encontros.
Outrossim, a ausência de supervisão e a carência de orientações contribuem para o êxito da pedofilia. Dessa forma, crianças e adolescentes se isolam socialmente por vergonha, receio e, em alguns casos, devido às constantes ameaças do agressor. Urge, portanto, que a escola bem como os responsáveis sejam aliados no processo de detecção e combate ao abuso sexual, visando solicitar providências imediatas assim que mudanças repentinas de comportamento ocorrerem.
Infere-se, dessa forma, que é imprescindível a implantação de uma medida referente ao combate à pedofilia, visto que conforme o enunciado da Primeira Lei de Newton, todo corpo em movimento tende a permanecer até que uma força aja sobre ele. Assim, compete à escola, como meio de formação e coerção social, disseminar a educação sexual através da realização de palestras e debates, a fim de instigar crianças e adolescentes a reconhecerem os pedófilos, já que segundo o padre Antônio Vieira, a educação é como moeda de ouro, em toda parte tem valor.