O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 12/03/2018
Na Grécia Antiga, as relações entre adultos e crianças eram permitidas. O fato era considerado um ritual de passagem para uma nova vida. Porém, tal ato, é no mínimo anormal. Logo, deve-se buscar medidas para combater a pedofilia no Brasil e analisar-se como a falta de diálogo e a omissão familiar atuam na questão.
A ausência de conversas nos meios sociais é a principal causa da falta de denúncias desses casos. Cada vez mais, as vítimas guardam o sofrimento para si, apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente(ECA) garantir o direito à qualidade de vida. Dessa forma, a realidade é contraproducente. A regra constitucional é claramente infringida e mais pequenos sofrem pela falta de contato com as instituições em que vivem. Analogamente, mais vítimas sofrem com o imbróglio, e menores são os índices de denúncias.
Em consonância à falta de diálogo, a omissão paterna na vida dos filhos é grande causadora dos altos índices de pedofilia. De acordo com o Ministério da Justiça, 4 em cada 5 casos são praticados por pessoas presentes na própria família. Essa omissão dá-se pela liquidez das relações do mundo capitalista, como explicava o filósofo Zygmunt Bauman, através do mundo pautado no dinheiro, a solidariedade deixa de ser uma pauta.Toda essa ausência resulta em vítimas fechadas em si e cada vez mais afetadas.
Diante do exposto, nota-se, que a falta de conversas e a falta de participação familiar são dois dos causadores do mal neste país. O Ministério da Saúde, portanto, deve organizar campanhas por meio de anúncios na internet, televisões e redes sociais que alertem sobre a falta de participação da Instituição social supracitada na vida da prole, proporcionando assim, decremento dos casos. O ECA deve atuar na contratação de psicólogos nas escolas, a fim de criar uma comunicação. Assim, tornar-se-á o Brasil, um país melhor para a vida infantil.