O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 15/03/2018
Em 1990 foi promulgado o estatuto da criança e do adolescente cujo objetivo é garantir direitos aos menores, dentre eles está previsto o direito de não sofrer abuso de quaisquer naturezas. No entanto, é comum na sociedade brasileira casos de pedofilia. Nesse sentido, deve-se analisar as causas e buscar soluções para resolver a problemática.
O poderio do agressor sobre a vitima é a principal razão da ocorrência de pedofilia. Isso decorre, muitas vezes, da escassa condição socioeconômica da criança ou do adolescente que pode aceitar ter relações com o deleitoso ou ser incentivada pela família em troca de dinheiro. Similarmente, o pedófilo pode ser alguém da família ou próximo, e a mesma pode não contar por medo e vergonha. Ambos os casos tem como consequência o aparecimento de doenças psicológicas como a depressão e sexualmente transmissíveis.
Além disso, uma a cada cinco meninas e um a cada treze meninos são vitimas de abuso sexual, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Dessa forma, a internet pode ser fator que facilita esse tipo de crime, pois há maior chance de o agressor aproximar-se da vitima e alicia-la para propor encontros e de fazer também o compartilhamento de conteúdos pornográficos infantis .
Em suma, torna-se evidente a necessidade de providências. Logo, o Ministério da Saúde deve oferecer tratamento gratuito no SUS (Sistema Único de Saúde) para pessoas que queiram se tratar acaso sintam vontade de praticar crimes como a pedofilia, e disseminar informações sobre como buscar a terapia, nas redes sociais do Ministério da Saúde. A ONU (Organização Das Nações Unidas) aliada a mídia tem que promover campanhas impactantes de conscientização, através de imagens e vídeos que mostram as consequências causadas as vitimas e divulgar nas emissoras de TV e redes sociais. O Ministério da Educação, por sua vez tem a obrigação de propiciar nas escolas palestras apresentadas por psicólogos, direcionadas aos pais, alunos e professores com a finalidade de ajuda-los a identificar casos de abusos sexuais e incentivando o público infantojuvenil a revelar as agressões que sofra ou tenha sofrido.