O combate à pedofilia no Brasil
Enviada em 06/04/2018
Sob à égide do advogado e líder Sul-Africano Nelson Mandela, deve-se promover a coragem onde há medo, o acordo onde existir conflito e inspirar a esperança onde houver o desespero. Sendo assim, uma quantia partitiva social brasileira tem sido omissa quanto as denúncias de pedofilias por temor da efetividade da lei contra o acusado.
Isso ocorre, pois os casos de abusos sexuais não se restringem apenas a estranhos , em algumas situações os pais ou até mesmos os parentes são os próprios agressores. Assim, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) pouco mais de 20% das vítimas são do gênero masculino e menores de 13 anos de idade.
Dessa forma, por receio de se expor e se sentir culpada pela situação e das impunidades desses acusados, a sociedade torna-se omissa quanto aos abusos sofridos pelas crianças e adolescentes. Além disso, essas vítimas podem adquirir problemas a longo prazo como a tentativa de suicídio, fobias sexuais e consumo de álcool ou drogas.
Portanto, pode-se evidenciar de tal questão que, a família junto com a escola e a igreja poderiam criar projetos integrados entre estas instituições de formações sociais para ajudar na recuperação desses vítimas e tratamento de recuperação psiquiátrico para o pedófilo. Além de que, devem levar para as comunidades e praças públicas alguns relatos, experiências e caminhos para a denúncia.