O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 08/10/2019
Primeiramente, a Lei nº 13.185, em vigor desde 2016, classifica o bullying como intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou hostilidade. Com isso, o bullying vem se tornando um problema com grande destaque no âmbito social, vitimizando várias pessoas, afetando-os física e psicologicamente. Por ocasionar a vítima, desde os preconceitos que várias vítimas sofrem até os distúrbios psicológicos desenvolvidos, faz-se necessário a implantação de medidas que sejam capazes de conter e modificar o atual cenário inercial
A princípio, a intolerância que muitas vítimas sofrem, é o fator que auxilia a disseminar essa questão. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), metade dos jovens existentes no mundo ja vivenciaram ou vivenciam algum episódio agressivo derivado do bullying, em que por vezes, estiveram relacionados à orientação sexual, religião, etnia ou aparência física. Dessa forma, devido ao intolerância que a vítima sofre no ambiente social, pode desencadear para uma isolação do grupo frequente de amigos, queda do rendimento escolar, baixa autoestima, comprometendo o seu desenvolvimento social e familiar.
Outrossim, os problemas psicológicos adquirido devido à hostilidade sofrida do agressor, a vítima pode desenvolver vários distúrbios, como transtorno de ansiedade, medo de conviver em meio a sociedade, depressão e suicídio, em casos mais extremos. O psiquiatra Ricardo Krauser, da Associação Brasileira de Neurologia, ressalta que existe uma grande importância de identificar e combater o bullying logo no inicio dos casos, no intuito de evitar um agravamento na vida do agressor e principalmente na vida da vítima.
Em virtude dos fatos mencionados, medidas são necessárias para realizar a mudança deste percurso. É necessário que o Ministério da Educação junto com o Ministério da Saúde capacite profissionais como psicólogos e terapeutas a ministrarem palestras, atividades no ambiente escolar, para todas as idades, no intuito de informa-los e tirarem as suas dúvidas a respeito do bullying, orientando-os sobre as causas e consequências desses tais atos, e a importância da observação dos pais em relação as atitudes diferente de seus filhos. Além disso, os mesmos agentes devem desenvolver nas escolas, setores especiais para as vítimas, com apoio médico e acompanhamento psicológico. Dessa forma, essa problemática será amenizada no país.