O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 03/09/2019
Promulgada pela ONU (Organização Nacional da União) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde, educação e ao bem-estar social. A princípio, vale destacar que o bullying é classificado como prática de atos de violência física ou psicológica, de modo intencional ou repetitivo, exercido por um grupo contra uma ou mais pessoas englobando situações sócias que, é um dos principais problemas que o Brasil precisa resolver. Contudo, impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direto universal na prática. Sob esse aspecto, convém analisar as principais causas do problema em questão.
Em primeira instância, vale destacar que a educação é o principal fator no o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que possuímos um sistema de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é refletido claramente no ambiente escolar. Por essa razão, prejudica a vida do adolescente, tanto no âmbito de aprendizado, como na evolução e construção de novas amizades que é fundamental para o seu desenvolvimento. Diante do exposto, é preciso novas ações e discussões em sala de aula sobre a motivação e os efeitos do bullying para sensibilizar os alunos e promover a autoconfiança.
Faz-se mister, ainda salientar que o bullying é considerado como crime, e precisa ser combatido. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas econômicas é a característica da ‘’modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Imensa é a crise de nossas instituições, mas nem por isso, devemos desanimar da perspectiva de solução. Segundo o filósofo Friedrich Hegel, o Estado deve proteger seus ‘’filhos’’. Entretanto, precisa investir na contratação de orientadores educacionais e superiores responsáveis pela articulação de ações pedagógicas, além de projetos especiais no âmbito do bem-estar somando forças. Acerca, dessa lógica, é notório que tal cenário não deve persistir ações rápidas são essenciais.
Infere-se, portanto, que ainda, há entraves para garantir a solidificação de um mundo melhor. Logo, o bullying é um inconveniente social que precisa ser extirpado do país. Desse modo, é preciso parceria do Governo Federal junto ao Ministério da Educação, no investimento em programas sociais com orientação de mestres e psicólogos no âmbito de ensino, a fim de evitar atos de discriminação ou qualquer tipo de violência física ou psicológica, através de verbas governamentais. Assim, poderemos evitar esse conflito de cunho social e, finalmente o Estado poderá proteger seus filhos como propôs Hegel, para que as pessoas possam viver de forma livre e igualitária.