O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 04/09/2019

Na obra “memórias Póstumas de Bás Cubas”, o realista Machado de Assis expõe, por meio da repulsa do personagem principal em relação à deficiência física(ela era ‘‘coxa), a maneira como a sociedade brasileira trata as diferenças pessoais. Atualmente, mesmo após avanços em tecnologias para combater esse tipo de conduta, a situação de exclusão permanece e se reflete na precária condição de assistência as vitimas no país, a qual é responsável pela dificuldade em combater essa realidade.        Convém ressaltar, a princípio, que o mau preparo socioeducativo do brasileiro é um fator determinante para a permanência de tal prática no país, uma vez que os governantes respondem aos anseios sociais e grande parte da população não exigem uma ação por julga-lá desnecessária. Isso, consoante ao pensamento de A. Schopenhauer de que os limites do campo da visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo que a cerca, ocorre porque a educação básica é deficitária e pouco prepara cidadãos no que tange ao respeito às diferenças.

Em consequência disso, as vitimas de bullying encontram inúmeras dificuldades em seu dia a dia. Um exemplo disse é a exclusão desses indivíduos, devido ao precário auxilio recebido por eles e a falta de preparo de seus educadores.

Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que a escola promova a formação de cidadãos que respeitem às diferenças e valorizem a inclusão, por intermédio de palestras, debates e trabalhos em grupo, que envolvam a família, a respeito desse tema, visando ampliar o contato entre a comunidade escolar e as diversidades humanas.

Ademais, cabe também ao estado incentivar o diálogo dentro das famílias, por meio de canais na mídia, objetivando uma compreensão ampla do assunto. Dessa forma, será possível reverter um passado de reclusão e pré-conceitos, narrado por Machado de Assis.