O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 18/09/2019

O livro O cidadão de papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas sociais que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, vale ressaltar que a pratica do bullying no país afeta a sociedade como um todo e o fere o direito, garantido por lei, de se viver dignamente. Nesse sentido, é importante lembrar que essa pratica é influenciada pelos padrões estéticos impostos pela população e causa traumas irreversíveis para quem esta sofrendo.

Em primeiro lugar, é de suma importância perceber que o bullying muitas vezes é influenciado pelas mídias, que demonstram durante sua programação uma imagem estereotipada das pessoas. Como exemplo disso pode ser citado concursos de beleza e desfiles de moda, que mostram pessoas que segundo o padrão estético possui um corpo perfeito.

Como consequência disso, se uma pessoa fugir desses “padrões” de beleza ela terá mais chances de sofrer bullying.

Além disso, também é importante lembrar que passa por situações de agressão tanto física quanto verbal deixa feridas nas pessoas. Existe inúmeros casos que demonstram que passar por agressões podem gerar casos de depressão, além de causar danos emocionais. Essas consequências vão ecoar por toda a vida da pessoa e pode trazer problemas futuros de relacionamentos.

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de medidas para mudar esse cenário vigente. Para isso, cabe as Mídias apresentarem, por meio de sua programação, que não existem padrões na beleza e que as pessoas tem aceitar umas as outras, para assim poder mudar a visão estereotipada imposta pela sociedade. E cabe ao ministério da Saúde ofertar ajuda de especialistas, psiquiatras e psicólogos, para as pessoas que já foram vitimas de bullying, com o intuito de tratar as “feridas” emocionais deixadas pelas arreçoes.