O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 20/09/2019

No livro “Lessons”, escrito pela Ubermodel Gisele Bundchen, há relatos da vida pessoal e de momentos vividos pela celebridade. Em um dos capítulos da obra a modelo conta que durante a infância sofria muitas críticas por ser muito alta e magra, Olivia palito, girafa, e saracura, era um dos apelidos ouvidos antes do estrelato da famosa. Dessarte, é uma dicotomia reconhecer que um ícone  do “mundo da moda” possa ter sido rotulada  negativamente devido características físicas. Entretanto, esse  tipo de agressão, persistente no país, é caracterizado como Bullying e precisa ser combatido.

A priori, violência física, apelidos constrangedores, referências preconceituosas e outros comportamentos agressivos são formas pelas quais se pratica o bullying. Nesse viés, uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) aponta o Brasil como quarto país com maior prática de bullying no mundo. Logo, infere-se que o bullying pode ser considerado um problema de saúde pública no Brasil.

Destarte, essa prática pode provocar consequências doloridas para o indivíduo,  frente ao estresse a baixa autoestima e a  autoflagelação ocasionados pela problemática. Assim, de acordo com o portal de notícias Estadão, casos como  suicídio e evasão escolar podem estar relacionados a esse tipo de agressão. Em suma, para ser dissociado da realidade nacional, essa mazela precisa ganhar mais espaço para ser discutido e retratado na mídia. Com o intuito,  de fazer as pessoas repensar a maneira de enxergar essa violência.

Portanto, é evidente que o Bulliyng é uma forma de agressão e precisa ser combatido. Urge que as redes sociais comungue campanhas de combate ao preconceito e intolerância, por intermédio de ações de conscientização, ministradas por influencers digitais, como o fito de insentivar a busca por apoio na escola e com a família, que deverão ser assistenciais e prestar apoio. Só com essa postura pode-se prevenir que mais jovens percam a vida ou sofram por causa desse tipo de violência.