O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 29/09/2021
Ao longo do preocesso da Contrarreforma realizada pela igreja, a Inquisição católica perseguiu constantemente e repetidamente os indivíduos que possuiam crenças diferentes dos dogmas católicos. Nota-se, na contemporaneidade brasileira que o bullying passou a ganhar força com suas práticas repetidamente de violência física e moral. Nesse sentido, as vítimas sofrem com isolamento social e doenças psicológicas, com efeito, um diálogo entre a sociedade e Estado sobre o combate ao bullying se impõe.
Em primeira análise, o sociólogo francês Émile Durkeim, em sua teoria do suícidio anômico, versa da pressões exercidas pela sociedade, fazendo com que o indivíduo não consiga compreender seu local dentro da comunidade, chegado ao ponto de se suicidar. Sob essa ótica, a vítima do bullying se sente culpada pelas agressões e apelidos pejorativos, sejam eles por: traços físicos, timidez, forma de se vestir, por ser estudioso, entre outros.
Além disso, constata-se uma inércia na percepção das famílias, professores e amigos sobre a vítima. Concomitante a isso, a falta de ação e despreparo dos agentes do Estado, em preceber a realidade em que uma parcela da população sofre com o desamparo social sobre o tema. Ademais, o indivíduo vítima de bullying que consegue forças para pedir ajuda, infelizmente, muitas vezes é ignorado ou identifica uma falta de punição para o agressor, principalmete nas escolas.
Evidencia-se, portanto, a necessidade do Congresso Nacional criar leis mais rigídas, inclusive com consequências criminais para o agressor. Ademas, cabe às instituições educacionais, promoverem palestras que incentivem a solidadariedade, generosidade, o respeito às diferenças e o incentivo à tolerância. Concomitantemente a isso, as famílias devem estar atentas à possíveis mudanças drásticas de seus familiares. Assim, haverá um ambiente estável que colabore para a erradicação da persistência histórica do bullying na pós-modernidade brasileira.