O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 27/09/2019

Entre 1964 e 1985 houve a ditadura militar brasileira, onde não havia liberdade de expressão, tornando as ideias da população reprimidas. Por conseguinte, era comum aceitar oque era imposto, pois apesar de não concordar havia um “silencioso medo”. Atualmente, a geração que passou por está época carrega consigo resquícios, como por exemplo de não querer reclamar por futilidades. Neste contexto, se encaixa o bullying que embora seja conhecido é ignorado pelos pais, apesar de ser comprovado os problemas que pode trazer para a pessoa.

Infelizmente, o bullying não é uma novidade, e é inquestionável que os impactos no desenvolvimento infanto juvenil pode acarretar em problemas psicológicos na vida adulta, carregando inseguranças e traumas. Embora sempre há um agressor, é inviável puni-lo afim de solucionar o problema, afinal são jovens que olham a humilhação como diversão sem ver o que suas atitudes causam, e mesmo depois de uma pena a chance de acontecer reincidência é alta. Dito isto, é evidente que invés punir o agressor é necessário instrui-lo.

Além disso, no Brasil a maioria dos casos tem como alvo as características físicas da vítima. Como também é comum que os responsáveis, lamentavelmente, ache estas ofensas pífias e as ignore. Por consequencia, a vítima fica desamparada e calada, impossibilitando alguma solução e tendo que aprender a conviver sendo ofendida.

Em suma, é prioritário que haja a conscientização dos país quanto a  real situação de seus filhos. Para isto se faz necessário que o Ministério da Educação (MEC) oriente os professores da educação básica a conversar com os responsáveis sobre a importância do bullying, suas consequências e quem aparenta estar envolvido. Deste modo, o problema sera exposto, e dessa maneira tanto agressor poderá ser corrigido, quanto a vítima poderão se expressar, quebrando o “silencioso medo”.