O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 20/10/2019
Segundo o filme “um grito de socorro” retrata a história de Jochen um adolescente acima do peso que sofre diariamente na escola, alguns até tentam o ajudar talvez seja tarde demais, pois a vítima é levado a morte. Fora da ficção, os índices de bullying nas escolas tem alcançado patamares assustadores. De acordo, com os dados do globo.com, a taxa de 2018 aumentou 28% no ensino fundamental e no médio 18%. Contudo, corrobora a ideia que a intolerância continua presente na sociedade e faz-se necessário o seu combate. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes como: Histórico cultural e a falta de assistência governamental.
Em primeiro lugar, cabe pontuar que esse cenário justamente aos inúmeros casos de violência corrobora a ideia de que a sociedade é vítima de um histórico cultural. Nesse ínterim, o Bullying prevaleceu ao longo dos anos a ponto de se enraizar-se na sociedade contemporânea mesmo que de forma implícita a primeira vista. Além disso, a falta de incompreensão de muitos jovens a respeito das diversas leis nacionais contribui para o aumento da violência. Segundo o filósofo Jean Paul Sastre afirmou, que a violência independente de como ela se manifesta é sempre uma derrota. Dessa Forma, vê-se que o combate a o bullying só será amenizado com a expansão do conhecimento social, sobre as diversas legislações que protege as vítimas presente na pátria
Cabe mencionar, em segundo plano que a falta de assistência governamental promove o aumento da discriminação. Além disso, ainda temos escolas precárias sem acesso a condições básicas de saúde e saneamento básico e escolas sem suportes necessários para manter e estabelecer cuidados especiais para as vítimas da violência. Em meio a isso, uma analogia com a educação libertadora proposta por Paulo Freire , mostra-se possível uma vez que o educador defendia um ensino capaz de estimular a reflexão e dessa forma libertar o indivíduo da situação a qual encontra-se sujeitado. Nesse caso a discriminação. Diante disso, um dos caminhos para atenuar o impasse é ampliar a educação resultando no menor desconhecimento social.
Infere-se, portanto, é dever governo federal proteger as vitimas tanto física quanto moral. Por meio de campanhas de combate a violência, criando leis mais rígidas e punições mais severas para aqueles que não as cumprem. Outrossim, o MEC inspirar nas escolas palestras ministradas por psicólogos que discutam e divulgam meios de alertar as futuras gerações, com o fito de buscar um ensino capaz de estimular a reflexão. Desse modo, pode-se a afirmar que poderemos presenciar o poder do estímulo e uma sociedade menos tocada pela violência retratada no filme ‘‘um grito de socorro’’.