O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 01/10/2019

No filme “Bullying - provocações sem limites”, Jordi é alvo de agressões sistemáticas de seu colega de classe, Nacho. Visto que essas hostilidades são consideradas uma maneira de assédio moral e difíceis de serem combatidas pela vítima. Fora da realidade, em âmbito nacional, isso é um problema, em que diversas pessoas sofrem torturas físicas e psicológicas. Ademais, igualmente à situação cinematográfica, a sociedade brasileira apresenta impasses para acabar com a prática do bullying.

Isso posto que, esse problema não se dissipa devido a paradigmas preconceituosos e arrogantes de superioridade implantados na infância do agressor. O qual, por sua vez, desenvolve uma personalidade petulante e agressiva, praticando o bullying como maneira de transferir seus ressentimentos. Sob tal perspectiva, associa-se a escravidão no Brasil Colônia, cujo regime era o monárquico, ou seja, havia uma cadeia de subordinação descriminadora, um modo de bolinação.

Contudo, outro empecilho traduz-se no medo da pessoa atingida, o que a impede de procurar ajuda. Dado que esse receio é ocasionado pelo pânico gerado no psicológico do indivíduo em questão. Da mesma forma ocorre no livro de Jay Asher, “Os 13 porquês”, o qual descreve o sofrimento da jovem Hannah e a sua apreensão de procurar ajuda de seus pais e amigos. Desse modo, regredindo na batalha contra o bullying, tornando-se cada vez mais longe de ser solucionada.

Toda via, para romper as barreiras dessa prática, urge cortar o mau pelas raízes. Recomendado-se que o Ministério da Saúde amplie o atendimento de psicólogos na rede pública, disponibilizando, assim, ajuda profissional para que todos possam superar traumas relacionado ao bullying. Além de empresas e escolas criarem programas de combate à agressões em geral, reprimindo ações hostis e inserindo atitudes morais no ambiente, através de socializações dinâmicas. Somente assim superaria-se os obstáculos da nação em relação ao bullying.