O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 30/09/2019
‘‘Construímos muitos muros e poucas pontes.’’ Tal assertiva do cientes Isaac Newton, alinha-se com o atual cenário brasileiro de intolerância, em que a coletividade ‘’erguemos muros’’ que os deixam invisual e indiferentes a problemática do bullying. Ora, uma mazela que expõe a insensibilidade na atmosfera social.
Nessa atmosfera de inércia, o primeiro vetor aponta para o discurso midiático que corrobora para a uma estagnação socia. Na ótica do filosofo Pierre Bordieu, em sua teoria ‘‘Habitus’’, a maneira de perceber e julgar influência o modo de agir. Esse pensamento exemplifica o controle d mídia sobre os padrões de beleza exigidos pela sociedade, o que ocasiona uma aversão a quem foge destes parâmetros. Dessa foma, se a imprensa não instruir cuidado, o efeito paira no compromisso social.
Outrossim, sinaliza o olhar distante do universo escolar, que contribui para a não discussão da mazela. Conforme o site “O globo” as escolas brasileiras são duas vezes mais suscetíveis ao bullying do que a media geral de 48 países. Nesse ângulo, o dado evidência a falta de acolhimento no ambiente escolar o que o torna intolerante e nocivo. Assim, se não há amparo as diferentes étnicas, raciais e sociais transpõe um paradigma ultrapassado, eis retrocesso.
Depreende-se, portanto, que a problemática do bullying seja mitigada. Logo é notório que a mídia dê, abertura ao tema, por meio de campanhas que estimule desmitificação desse arquétipo imposto aos cidadãos com a participação de personalidades famosas, a fim de minimizar este hiato. Outro a gente é a escola que deve promover palestras e debates sobre a questão com profissionais da área para discutir o tema, com o intuito de provocar um maior questionamento e atentar a população a este assunto. Deste modo, as “pontes” serão de fato efetivadas.