O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 29/10/2019
Segundo o sociólogo Zygmunt Baumam, a falta de solidez nas relações sociais é característica da " modernidade líquida" vivida no século XXI.Assim, o individualismo e o egocentrismo contribuem para a elevação exponencial do bullying em todo o território brasileiro. Entretanto, para ocorrer a erradicação dessa anomalia é importante que o Governo promova políticas públicas eficientes para educar os cidadãos a relacionar-se com as diferenças.
Nesse contexto, é válido ressaltar o filósofo Michel Foucault, pela razão de expor a ideia de que toda relação é uma relação de poder, pois envolve elementos de domínio e disputa,isto é, as pessoas tendem a vincular-se com os outros de forma hierárquica,na qual o dominante manipula o dominado segundo seus interesses.Dessa forma, esse comportamento inconsistente configura-se consolidado no bullying devido a vítima sofrer agressões físicas ou psicológicas, com intuito de ser denegrido e inferiorizado.Portanto, é imprescindível que a população aprenda a respeitar a diversidade humana, visto que o Brasil é um país que tem uma população plural.
Diante desse cenário, é visível que o homem é reflexo do seu meio de convívio, já que a sociedade influencia o indivíduo nos aspectos políticos, econômicos e principalmente social.Logo, é indubitável que o Estado, que tem a função de resolver os conflitos da coletividade, racionalize métodos para dissolver o bullying da esfera pública, com intuito de conscientizar a juventude e adultos a denunciar e proteger a dignidade humana da vítimas dessa violência preocupante.
É, em síntese, factual que diante do exposto da grande responsabilidade do setor público em combater a selvageria na humanidade o problema da intolerância em grupo urge por medidas a criação da Secretária Municipal do Combate ao Bullying pelo Poder Executivo.Por intermédio de servidores que executaram palestras nas instituições públicas e privadas, com o auxílio de um psicólogo que debaterá sobre os efeitos nocivos dessa prática em sala de aula e a importância de não defende-la.Além disso, haverá propagandas nas redes sociais, com uma criança alvo desse mal que apelará para a defesa da minoria, a fim de que todos caminhem coesos e integrados.