O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 10/10/2019

Promulgada Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito  a segurança e ao bem-estar social. Contudo, percebe-se que as agressões físicas e psicológicas ocasionadas pelo “bullying” impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Diante dessa perspectiva, cada avaliar os fatores que favorecem essa problemática.

Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, " O ser humano é influenciado pelo tempo horizonte em que vive.’’ Nesse âmbito, nota-se que as agressões realizadas pelo “bullying” tem influenciado de forma negativa a sociedade. A exemplo disso, de acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - PISA -, 17,5% dos estudantes brasileiros sofreram algum tipo de “bullying” durante a vida estudantil. Além disso, concordante o mesmo estudo, as agressões transcendem o ambiente escolar e passam a ocorrer no ambiente digital, denominado “Cyber bullying”. Dessa maneira, faz sujeito a formulação de ação para combater essa conduta.

Outrossim, Vale também destacar os danos à saúde humana ocasionados por essa violência. A exemplo, concordante dados divulgados pela BBC Brasil mostram que, entre os anos de 1980 e 2014 o índice de suicídio entre jovens de 15 a 29 anos aumentou 27,2% no Brasil ocasionado pelo “bullying”. Ademais, o suicídio Já é a segunda maior causa de morte nessa faixa etária segundo os dados da Organização Mundial de Saúde - OMS -. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse mal.

Portanto, medidas são cruciais para combater essa realidade. Em primeiro plano, cabe ao Ministério da Saúde junto com o Ministério da Educação desenvolver atendimentos psicológicos a professores e alunos refletindo sobre as principais causas do ‘‘bullying’’, destacando principalmente a violência física e psicológica praticada entre os jovens. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações de modo a conscientizar os cidadãos e, ainda, instruí-los a buscar tratamento psicológico quando se sentirem vítimas dessa violência. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso um início para afrontar essa circunstância.