O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 31/10/2019
Em meados de 1500, com a chegada dos portugueses ao Brasil, iniciou-se uma história de divergência social e econômica no país. Os contrastes entre ser rico e pobre, nessa época, intensificava drasticamente a -inaceitável- exclusão e a opressão dos indígenas, haja visto, a intenção dos estrangeiros em colonizar a região. Devido a esse contexto discrepante, hábitos e costumes negativos foram repassados por décadas. Denominados de bullying, essas ações precisam ser reformuladas e dispensadas, pois é maléfico, não somente para o indivíduo, mas também para a sociedade.
Em primeira instância, é necessário salientar que a violência, independente da sua forma de reprodução, é alvo primário de repúdio. A partir disso, discerta-se que o cidadão tem por direito -perante a Constituição Federal- a possibilidade de questionar e levantar depoimento, porquê, no Brasil, é inaceitável oprimir, infringir e maltratar outro cidadão. E por estar entre os 10 países com a maior taxa de violência do mundo, esse país precisa, de maneira urgente, assistir os indivíduos à mudarem os hábitos repressores então vigentes. Tendo em conta que, essas ações depreciativas, é uma mazela humana, peculiar ao indivíduo, é indubitável que se faça uma reforma, caso contrário, basta rever o processo de desenvolvimento do Brasil -repressivo, degradativo, exaustivo e infrator.
Em segunda instância, decorrente desse pensamento previsto pela OMS (Organização Mundial da Saúde, vê-se que a segurança de parcela da população (praticantes do bullying), é a insegurança dos demais -vilipendiados-, pois estes sofrem as consequências das ações, infelizmente, reproduzidas. Portanto, devido a esse desconforto, é preciso que reformule, não apenas os costumes dos indivíduos, e sim, o modo de ensinar, haja visto que, de acordo com o Filósofo Arthur Schopenhauer, o ato de educar vai além de transmitir conhecimento. Mas ,também, de mudar o indivíduo e o ambiente em que vive, pois este (ambiente), é necessário para que o processo seja eficaz.
Logo, em virtude dos fatos mencionados, torna-se essencial criar uma ideologia contrária ao bullying no Brasil. Desse modo, o Ministério da Educação rente a rede midiática, criarão, nas escolas públicas , privadas e em praças abertas, atividades práticas didáticas que repassem hábitos saudáveis para com o outro. As recriações, nos horários de lazer , de como lidar e ajudar outros amigos- que passam por isso- também serão ensinados. A fim de combater o bullying, esse programa governamental assistirá os cidadãos vilipendiados -em o quem nessas ocasiões- e aos praticantes, a como respeitar os direitos e o modo de vida positivo previsto. Assim, caso se mantenha o processo de aprendizagem, o modo de vida repressivo será, a médio e longo prazos, reduzido, já que o fim dessa mazela humana seria utópica.