O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 01/11/2019

Opressão. Violência. Humilhação. Esse conjunto de fatores refletem a prática do bullying no Brasil. Assim sendo, diante dessa questão, medidas do Estado devem ser tomadas para atenuar a situação. Contudo, vale destacar que a insuficiência de leis específicas aliada com a falta de campanhas informativas acarreta, sobretudo, entraves para combater o impasse. Nesse perspectiva, esses desafios precisam ser superados para que uma sociedade digna e integrada seja alcançada.

Deve-se abordar, de início, que no contexto social vigente, está em vigor a lei de combate ao bullying nas escolas. Entretanto, tal projeto é um pouco precário, haja vista que o ato de agressão física ou psicológica  de forma repetitiva ocorre em qualquer contexto social, como na internet, ambiente universitário e de trabalho. Dessa maneira, é possível analisar que leis mais específicas devem ser elaboradas. Em síntese, é inadmissível que tal circunstância ainda aconteça no país.

Além disso, a escassez de informações para a população a respeito do tema é um empecilho. Nesse sentido, referente à problemática, muitos brasileiros não tem consciência da gravidade e das consequências, por exemplo, depressão e transtornos psicológicos que tal ação pode ocasionar. Diante de contexto, conforme o site de notícias Veja, 1 em cada 5 crianças pensa em suicídio depois da agressão. Em suma, é inadmissível que esses obstáculos ocorram constantemente em nossos dias.

Fica evidente, portanto, que é preciso tanto de mais campanhas de prevenção quanto atitudes do órgãos públicos para reverter o quadro. Desse medo, o Governo Federal em parceria com MEC, deve criar novas normas jurídicas, ademais, investir nas instituições educacionais com atendimentos de psicólogos. Assim, por meio de planejamentos, ainda mais, programas e rodas de conversas, com materiais específicos voltados ao tema. Com isso, promovendo conhecimento, principalmente, para as famílias, pois, de acordo com o filósofo Pitágoras, " Eduque as crianças e não será necessário castigar os homens."