O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 14/02/2020
Em filmes os quais retratam monarquias, é comum ver a presença do chamado bobo da corte. Este, precisa da atenção e das risadas, ou então sua piada terá sido em vão. Não obstante, no século XXI, há um crescimento exponencial de, principalmente, adolescentes e jovens os quais se comportam como bobos da corte. Ou seja, ridicularizam outras pessoas a troco de ser o centro das atenções. Desse modo, esta problemática deverá ser debatida para que hsja a descoberta de como solucioná-la.
Em primeiro lugar, sabe-se que “bullying” é toda prática ostensiva de agressão contra um indivíduo, seja esta física, verbal ou psicológica. O “bullying” não cria traumas momentâneos, estes são carregados pelo resto da vida da pessoa violentada, levando-a a ter pensamendos de insegurança, medo, tristeza e o mais letal de todos, o de vingança. No mês de março de 2019, a escola de Suzano foi invadida por dois ex-alunos armados e dotados do desejo de vingança. Essa tragédia deixou 10 jovens mortos, incluindo os atiradores. Desse modo, não há como negar que os traumas os quais serão deixados na mente da vítima podem ser fatais, não só para ela, mas assim como para as pessoas a sua volta. Logo, este tipo de comportamento não deve ser tratado pela escola como uma relação de colega para colega, mas sim de agressor para vítima.
Em segundo lugar, é pertinente o fato de que os agressores já sofreram algum tipo de trauma. Pois, sua autoconfiança é tão frágil a ponto de necessitar riicularizar e diminuir outros para se sentir superior. Ainda, é de conhecimento geral que o agressor precisa de uma platéia e ainda mais de seus seguidores, pois, sem estes, uma das maiores razões que é o inflar de seu ego por outras pessoas acaba ficando subentendida durante o ato violento. Outrossim, dados mostram que os entitulados “bullys” levam a agressividade para a vida adulta, fazendo com que tenha dificuldades em manter relações amorosas e profissionais ao longo de sua vida. Assim, sabendo que essa prática não é benéfica para ninguém em nenhum dos sentidos, medidas devem ser tomadas pelas instituições onde estes convivem.
Portanto, o Governo Federal por meio do Ministério da Educação deve intervir, incluindo palestras “anti-bullying” na grade curricular das instituições escolares. Assim como, deve incluir o trabalho de psicoterapeutas no desenvolvimento escolar dos alunos, desenvolvendo a prática de grupos de autoajuda dentro do ambiente escolar. Ainda, as instituições familiares devem ficar alertas, observar os comportamentos do indivíduo, sempre mantendo o diálogo para com este e manter um vínculo com a escola para que essas duas instituiçõe possam trabalhar em conjunto para o desenvolvimento do membro. Desse modo, os bobos da corte existirão apenas nos séculos passados.