O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 07/04/2020
O bullying é um crime constituído de violências que se repetem intencionalmente e com frequência contra um ser humano indefeso, apresentam-se agressões verbais, físicas e psicológicas que intimidam, ridicularizam e traumatizam a vítima. As consequências acarretadas são graves, tal como depressão, distúrbios comportamentais, cenas de terror e suicídio. No Brasil, cerca de 43% dos jovens enfrentam essas situações, portanto, é de extrema importância que a sociedade se dedique ao combate desse mal.
Além disso, existe o cyberbullying, que é a extensão do ato do bullying do ambiente físico para o virtual, ele ultrapassa qualquer limite físico, retirando da vítima as possibilidades de evitar ataques, que ocorrem principalmente por meio das redes sociais. Portanto, para evitar agressões, é essencial haver monitoramento dos pais caso for menor de idade, não expor a vida abundantemente e, se for atacado por um usuário, bloqueá-lo imediatamente.
Cidadãos que criam seus filhos de modo agressivo com o intuito de educá-los com a punição acabam infiltrando no indivíduo a concepção de que essa é uma maneira correta de se impor. Visto isso, tal noção leva à ocorrência do bullying em diversos setores, isto é, no trabalho, com um chefe que ameaça seu funcionário por razão de sua cor, ou na escola, com um aluno que apanha por conta de sua religião. Resumindo, os agressores também necessitam de ajuda, é essencial não prejulgá-los e permitir que eles expressem seus sentimentos. Muitas vezes, depoimentos deles revelam vergonhas, problemas em casa e medos, portanto, para se protegerem e revidar o que os agride, atacam inocentes.
Na série “Anne With An E”, a protagonista é humilhada por habitantes da ilha pelo fato de ser órfã, adotada e possuir cabelo ruivo. Por conseguinte, excluem-na por apresentar um pensamento distinto do da época, causando um duradouro sentimento de rejeição na garota. Logo, é necessária a compreensão do brasileiro de que não há problema em ser diferente, pois a aparência e forma de pensar do cidadão não define o modo que ele deve ser tratado.
Dessa forma, a sociedade deve compreender e empregar atitudes empáticas, enxergando-se nas circunstâncias do próximo. Concluindo, é preciso haver a realização de campanhas educativas e o fornecimento de assistência psicológica, jurídica e social pelo Ministério da Educação, visando orientar crianças e adolescentes à como se portarem diante de situações de bullying, seja ela vítima, testemunha ou agressora, divulgadas por psicopedagogos, a fim de direcionar todos à aceitação e convivência social e o combate ao bullying.