O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 20/04/2020
Frequente e prejudicial. Esta é a verdadeira adjetivação para a questão do bullying no Brasil, já que é o quarto país que mais pratica esse tipo de violência segundo o levantamento, feito em 2017, feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância(Unicef), o que mostra que mudanças devem ser tomadas imediatamente.
Diante disso, é necessário compreender primeiramente a definição de bullying, que segundo a lei nº13.185/16, é uma intimidação sistemática que envolve violência física ou psicológica, em forma de humilhações, agressões, apelidos pejorativos, etc. Criada com o intuito de combater essa conduta, assegura atendimento psíquico e impõem as escolas o dever de conscientizar os alunos sobre o assunto, porém após casos como o do adolescente goiano que matou 2 meninos motivado pelo bullying sofrido por ele provam que essa legislação é deficiente e precisa de melhoras.
Além de ter a hipótese de gerar atitudes agressivas por parte das vítimas como foi citado anteriormente, pode causar danos psicológicos manifestados de outra maneira. Conforme foi constatado na pesquisa publicada pelo Canadian Medical Association Journal: “crianças vítimas de bullying correm mais risco de ter comportamento suicida.”, informação essa que ressalta a importância que deve ser dada ao tema.
Logo, o governo deve, por meio de aprimoramentos na lei antibullying, exigir a contratação obrigatória de pelo menos um psicólogo em todas as escolas, que estimularão os alunos a informar as ocorrências desse tipo de caso; aumentar os investimentos direcionados a realização de campanhas de prevenção as intimidações; além de incentivar as instituições a aplicarem trabalhos didáticos cooperativos, com a finalidade de instaurar o respeito e combater o bullying no Brasil.