O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 28/04/2020
Segundo o filósofo Friedrich Schiller, “A violência é sempre terrível mesmo quando a causa é justa”. Sob tal ótica, este conceito aplica-se na conjuntura hodierna do Brasil, pois a quantidade de vítimas do bullying, submetidas à um impertinente convívio social e sendo atacadas por diferentes meios, apresenta-se preocupante. Nesse sentido, é mister encontrar subterfúgios para combater esta inercial problemática. Primeiramente, o assédio, sendo físico ou verbal, resulta em sérias consequências, agregando danos psicológicos, emocionais e físicos neste vulnerável grupo de pessoas, dessa forma, restringindo-as de uma vida digna e de qualidade. Por conseguinte, contrapondo-se à citação do pensador Platão, que, conforme diz, “O importante não é viver, mas viver bem”. Outrossim, outra ferramenta constantemente utilizada para a manifestação do bullying seria o meio virtual, em que os intimidadores, em anonimato, agridem os demais usuários sem serem descobertos. Logo, de maneira similar ao livro “A Face Oculta”, de Maria Tereza Maldonato, que retrata a vida da protagonista Luciana, uma adolescente que recebe constrangedoras mensagens sobre sua aparência nas redes sociais, enviadas por um indivíduo em sigilo. Portanto, medidas serão necessárias para resolver os fatos elencados. O Ministério da Educação (MEC), deve promover em escolas públicas palestras direcionadas ao público agressor, mediante uma parceria com a instituição de ensino, alertando-os dos graves problemas que ocasionam aos seus alvos de insultos, a fim de, aos poucos, aboli-los, assegurando um benéfico convívio social. Destarte, o Marco Civil da Internet de 2014, pode prevenir as práticas difamatórias no contexto “online”, por meio da elaboração de algoritmos específicos para tal, com o fito de elimina-las, assim promovendo o respeito para todos que forem usufruir da internet. Ademais, a violência será priorizada, correspondendo à Friedrich Schiller, dessa forma, garantindo uma sociedade brasileira pertinente.