O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 19/05/2020

Sabe-se que o “bulling”, ato de agredir intencionalmente o indivíduo verbal ou fisicamente afeta grandemente a sociedade brasileira. Dentre diversas causas para a prática dessa agressão, destaca-se o etnocentrismo, que pela cultura do individuo ele pode ser alvo de várias críticas e piadas. Por esse motivo nota-se que apesar da criação do lei antibulling 13.185 que abriga as escolas a adotarem medidas para combater e previnir o bulling, o índice de casos ainda persiste.

Em princípio, deve-se ressaltar que as vítimas de “bulling” devido às inúmeras violências sofridas têm grande probabilidade de praticar semelhantes agressões. Exemplo disso é o atentado em Suzano em 2019, em que dois jovens como forma de vingança pelas violências passadas ainda em tempos escolares planejaram esse ataque terrorista, ceifando vidas inocentes. O que reforça a idéia de Albert Einstein, “que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, a qual devido a dor e tristeza ainda presentes após a conclusão do ensino médio fez, com que esses rapazes praticassem tal criminalidade.

Além disso, destaca-se que a diversidade de culturas existentes é uma das principais causas pelo aumento do índice de “bullings” na atualidade. Devido a prática do etnocentrismo, a qual é tendência que os agressores têm de julgar outras culturas de acordo com seus parâmetros culturais. Em decorrência disso várias crianças são vítimas de intimidações, ocasionando assim o aumento do percentual de casos de “bullings” que segundo o Programa Nacional de Avaliações dos estudantes (PISA), três a cada dez crianças são vítimas de violência no Brasil.

Portanto, vê-se a necessidade de o Ministério da Educação através da matéria de sociologia ressaltar e repassar aos alunos a importância que cada cultura possui e quão importante é respeitar essa diversidade cultura existente. Desse modo as crianças crecerão conscientes e sabendo respetar o próximo sem praticar “bullings”. Além das famílias sempre conversarem com as crianças para instruí-las na convivência social.