O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 08/06/2020
A convivência em um ambiente respeitoso propicia às pessoas um maior engajamento em suas atividades e conserva a sua saúde mental. Contudo, no Brasil, a convivência saudável em alguns ambientes é impossibilitada por alguns empecilhos, como o bullying, por exemplo. Com isso, vale destacar a influência do bullying para o desenvolvimento profissional e como a internet pode atuar como impulsionador de tais práticas retrógradas.
A priori, a prática do bullying é predominante principalmente na infância e na adolescência, de acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse sentido, essas práticas são preocupantes para o desenvolvimento da educação desses jovens, pois interferem diretamente com o seu desemprenho acadêmico e para o desenvolvimento da sua personalidade. Em conseguinte, o ambiente escolar, o qual deveria ser um local seguro e para desenvolver habilidades, torna-se um ambiente de insegurança e medo para jovens.
Ademais, com o surgimento das redes sociais, o bullying na adolescência são se limita apenas ao ambiente escolar, mas também ao ambiente virtual. Nessa perspectiva, a internet atua como impulsionador de tais práticas e é ainda mais preocupante, pois dificulta a localização e reconhecimento dos agressores, tendo em vista o anonimato que a internet possibilita. Como consequência, jovens e adolescentes ficam privados de exercer sua liberdade sem serem agredidos virtualmente.
Depreende-se, portanto, que a situação deve ser revertida para a conservação da saúde e desenvolvimento acadêmico dos jovens . Para isso, o Ministério da Educação deve atuar, em primeiro plano, com a promoção de campanhas, como palestras e cartazes, que disseminem informações sobre os impactos da prática do bullying entre alunos e responsáveis, a fim de despertar a reflexão para combater tais ações antiquadas. Para mais, em segundo plano, o Poder Executivo deve atuar intensificando as fiscalizações no ambiente virtual.