O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 30/06/2020
Bullying é uma repetição de diversos tipos de agressões, físicas ou morais, que também pode ser realizado através da internet.Várias crianças e adolescentes se tornam alvo dessa perseguição diariamente em escolas, sites, redes sociais, jogos e outras variadas plataformas, que na maioria dos casos, acontecem para que o agressor consiga uma posição de poder diante da vítima, para possivelmente suborná-la ou ordena-la fazer algo contra sua vontade posteriormente.
De acordo com a revista VEJA, publicada em 2 de setembro de 2019, esse ato faz 1 em cada 5 crianças pensarem em suicídio após serem agredidas tanto fisicamente quanto verbalmente, aumentando as taxas de ansiedade, depressão, automutilção e, em casos mais graves, o suicídio.
Diversas campanhas, movimentos sociais e até mesmo leis já foram criadas em prol do bullying, mesmo com variados caminhos para a extinção desse ato, na maioria das vezes, o receptor não busca ajuda, tentando se livra da dor sozinho. Escolas e professores não estão prontos para enfrentá-lo, é preciso de capacitação e de uma maior abordagem do tema em salas de aula.
Uma das dificuldades de identificar as intimidações é também o Cyberbullying, que surgiu recentemente em meio a toda tecnologia implantada no cotidiano mundial, é a violência praticada contra alguém, através da internet ou outros meios virtuais, ultrapassando qualquer fronteira física. Na maior parte dos casos relatados, a maior parte dos agressores são adolescentes, expondo fotos íntimas da vítima, montagens constrangedoras, críticas à aparência física e difamações, em grande parte das vezes por meio de perfis falsos.
Esse ato de opressão deve ser mais estudado, entendido e discutido, fazendo com que chegue ao alcance de mais pessoas, conscientizando-as o quão prejudicial isso é para a saúde dos jovens do nosso planeta, palestras mostrando casos recentes e de pessoas próximas podem mostrar maior eficiência que campanhas e leis, que por vezes não são eficaz em um grande nível. É preciso mostrar que os agressores não estão ganhando respeito, e sim medo alheio, como já citado por Jean Paul Sartre: “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota”.