O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 07/08/2020
Violência física, abuso, apelidos constrangedores e comentários preconceituosos repetitivos, são algumas das formas pelas quais se pratica o bullying. Diferentemente das brigas, discussões ou desavenças, o bullying é reiterado, deliberado e intencional. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas, o que futuramente pode-lhe acabar causando diversos problemas e transtornos na vida social.
No bullying, não só a vítima é a prejudicada, mas o autor da agressão também, onde pode haver casos em que ela levará esses maus hábitos para a sua vida futura. Há até mesmo estudos, que apontam a correlação entre praticar bullying na infância e condenações criminais e envolvimento em casos de violência doméstica.
De acordo com pesquisas da ONU, a taxa percentual do número de crianças que já sofreram ou ainda sofrem com o bullying é de cerca de 43% no país brasileiro. Cita também, que uma a cada cinco crianças, pensa em se suicidar após sofrer algum tipo de agressão, seja verbal, física ou virtual.
Contudo, para combater o bullying, é necessário identificá-lo ativamente, além de cultivar um ambiente em que a criança sinta-se acolhida o suficiente para expor sua situação. Dito isso, deve-se promover com a ajuda de professores, a conscientização das crianças sobre o bullying, inclusive para orientá-las sobre como agir diante das agressões. Com a colaboração do MEC (Ministério da Educação), pode-se iniciar novos projetos de ajuda ao próximo e criar mais leis protetoras.