O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 16/10/2020

Socos, xingamentos, empurrões, piadas ofensivas. Essas e tantas outras situações de desrespeito à outra pessoa, são caracterizadas como bullying - palavra estrangeira que faz referência aos diversos tipos de preconceitos e agressões -. Infelizmente, o bullying é um grave problema causado, muitas vezes, pela ineficiente educação familiar e também, pela não aceitação de pessoas consideradas diferentes. Dessa maneira, várias consequências negativas são ocasionadas, como intensos traumas psicológicos e emocionais, como também sentimento de ódio e vingança no agredido.

Inicialmente, é de extrema importância que o ambiente familiar seja favorável na educação, proporcionando a formação de cidadãos do bem. Entretanto, muitas famílias são inspetas desse assunto, não possuindo maneiras adequadas de ensinamento, nesse sentindo, muitos filhos são desprovidos de consciência em respeito ao outro, praticando o bullying de forma natural. Além disso, muitas pessoas não possuem consideração por outras, apenas por esta ser diferente. Isso é bem observado, principalmente, nas escolas em que, há uma grande diversidade de seres humanos e, muitas vezes, acaba sendo motivo de agressão - seja ela física ou psíquica - e ocasionando na vítima sérios problemas.

Em consequência disso, a pessoa que sofreu bullying adquire inúmeros traumas físicos, como pele roxa e vermelha - decorrente dos socos e empurrões -. Porém, o impacto mais perigoso é o mental, sendo causado pelos xingamentos, piadas ofensivas e também, pela agressão física ocorrida. Nesse sentido, com o emocional traumatizado, a vítima pode desenvolver séria depressão - correndo o risco de acontecer um suicídio -, ademais, a pessoa agredida está sujeita a evoluir um sentimento de ódio e vingança pelo agressor. A exemplo disso, uma tragédia ocorreu na escola do estado de São Paulo, em que antigos alunos da mesma escola foram se vingar do bullying que sofreram enquanto eram estudantes, matando vários adolescentes inocentes - segundo dados da Revista Pernambuco -.

Logo, torna-se necessário a adoção de medidas para minimizar o problema. Em primeira análsie, é importante que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, por meio de campanhas publicitárias - especificamente, com mídias sociais e recursos televisivos -, incentivando os pais a ensinarem seus filhos sobre a importância de respeitar o outro. Nesse contexto, segundo Coelho Neto: “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais”, confirmando a relevância da educação familiar, para que se tenha cidadãos mais conscientes e menos agressivos. Além disso, que escolas promovam palestras com psicólogos, mostrando aos alunos como não praticar o bullying e suas consequências caso seja praticado, de maneira a diminuir esse impasse e menos pessoas sofram.