O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No filme cinematográfico “Preciosa”, é analisado a relação de uma jovem acima do peso no seu convívio escolar. Nesse sentido, o enredo foca na demonstração dos modos preconceituosos que afetavam “Preciosa” em seus sonhos e diminuía seu potencial. Fora da trama, é fato como a realidade apresentada traz questões impactantes do bullying na vida social do século XXI, a saber, nas influências para tal ato, em consonância, a saúde mental afetada.
Em princípio, é considerável trazer o discurso do físico Edward Lorenz, em sua “Teoria do caos’, na qual o caos são situações que, por quaisquer mudanças em suas condições iniciais, podem apresentar resultados completamente diferentes no futuro. Nessa Lógica, os desafios no combate ao bullying está em convergência ao pensamento de Edward, visto que a situação inicial de um indivíduo influenciar seus colegas a ter atitudes preconceituosas, causa o aumento no ato de intimidar e usufruir das vítimas. Dessa forma, transforma a vida social do afetado, estimulando o ganho da autoridade desses agressores sobre o meio inserido. Faz-se imprescindível, por isso, a dissolução dessa conjuntura. Outrossim, é válido ressaltar que, conforme São Tomás de Aquino, em sua parábola do “Duplo efeito”, a qual explica que uma ação, após efetuada, pode gerar consequências positivas ou negativas. De maneira análoga, a problemática sobre a saúde mental vai de encontro a perspectiva do pensador, dado que o ato de desrespeitar as vítimas em ocasiões do cotidiano com certas frequências gera, por consequência, traumas e doenças psicológicas de auto aceitação e desenvolvimento do ser. Com base nisso, infere no isolamento dessas pessoas, sendo prejudicial a ordem social e, por conseguinte, torna-se contestável quando executado sem consentimento.
Portanto, é importante que tome medidas especulantes para uma construção eficaz do combate ao bullying no Brasil. Para tanto, cabe ao Estado, juntamente com o Ministério da Educação, que tem o poder de fiscalizar e regulamentar suas instituições em reorganizar novos recursos, por meio de psicólogos públicos no meio escolar e de trabalho, para entender e descobrir casos que andam ocorrendo ou deixaram marcas, a fim de ajudar no equilíbrio dessas práticas na vida social da vítima. Para que, como no filme de “Preciosa”, a sociedade seja modificada a seguir um novo caminho de respeito e conduta.