O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 27/10/2020

“A educação e a arma mais poderosa que pode ser usada para mudar o mundo”. Essa frase do politico a ativista Nelson Mandela pode ser relacionada com o combate ao bullying no Brasil, pois o melhor meio de evitar essa adversidade é instruindo as pessoas. Todavia, ainda persistem fatores que contribuem para esse descaso como a falha educacional familiar como contribuinte da persistência à prática e o aumento da tortura física e psicológica por conta da falta de profissionais capacitados nas escolas. Dessa forma, para reduzir esse problemas, são necessárias medidas de caráter exequíveis.

Faz-se necessário, antes de mais nada, considerar que segundo a teoria da tábula rasa de John Locke, “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, pode-se levar em consideração que as práticas adotadas pelos jovens que praticam bullying nas escolas tem origem no cotidiano de sua família, em discussões, desentendimentos entre outros, isso só comprova que a falha educacional familiar contribui para a persistência dessa prática. Além disso, conforme os dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying por falta de educação no ambiente familiar. Logo, é importante que haja medidas para reduzir essa problemática.

Outrossim, é imprescindível insistir no fato de que a falta de profissionais capacitados nas escolas promove o aumento da tortura física e psicológica entre os alunos. Um exemplo disso é representado na série “Todo mundo odeia o Cris”, porque nessa dramaturgia o garoto Cris Rock sofre torturas na escola, visto que não há nenhum profissional capacitado em sua escola para ajudar ele. Desse modo, é importante frisar que há necessidade de psicólogos e pedagogos para amenizar essa adversidade, dado que varias crianças e adolescentes estão sendo prejudicadas.

Compreende-se, portanto, que é imperioso sanar a falha educacional familiar como contribuinte da persistência à prática e o aumento da tortura física e psicológica por conta da falta de profissionais capacitados nas escolas. Sendo assim, deve haver ação do Ministério da Educação, que é o responsável pelos assuntos relacionados à educação e cultura em todo o Brasil, em parceria com as mídias, para reduzir a falha educacional familiar, por meio de propagandas publicitarias televisas e palestras, a fim de sensibilizar os pais a respeito do bullying. Ademais, deve ter atuação do poder legislativo, que tem o dever de fiscalizar o cumprimento das leis, para reduzir a falta de profissionais capacitados, por intermédio de fiscalizar a lei Nº 13.185 (2015) que promove refrear o bully, com a finalidade de inserir psicólogos e pedagogos para auxiliar jovens e crianças. Destarte, irá reduzir o índice do bullying no Brasil, principalmente, por conta da educação.