O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 27/10/2020

Desde a antiguidade, quando a tecnologia não estava estabelecida no planeta, notava-se a prática de bullying nas escolas por meio de brincadeiras e apelidos ofensivos. À medida que surgiram aparelhos eletrônicos e estes foram dispostos as crianças, tem-se não só o aumento de suicídios, mas também problemas emocionais na vida adulta causados pelo bullying.

Antes de tudo, é necessário destacar que, com o passar dos anos a sociedade foi se modificando em diversos fatores, entre eles está a falta de consentimento da vida estudantil e psicológica de crianças e adolescentes. Evidentemente que, a ausência de monitoramento do comportamento dos jovens está sendo prejudicial a grupos que não conseguem se impor em grupos sociais, e acabam tendo o pensamento de suicídio aponta pesquisas feitas pelo jornal Veja. Desta forma, evidencia-se o despreparo por parte das escolas que não conseguem conter efetivamente a prática de insultos, seja pelo fator biológico, social ou até mesmo racial.

Ademais, é nítido também como o fator bullying pode ser prejudicial a vida adulta, e como isso está sendo abordado. Com a finalidade de exemplificar tal fato, pesquisas feitas no ano de 2019 apontam que, aproximadamente metade dos adultos que sofreram importunação na escola afirmam ter problemas em não ter autoconfiança, se sentir inferior, além de questões como ansiedade e depressão. Tendo tais exemplos em vista, fica-se evidente que não só a juventude atual está sendo prejudicada por essas práticas, mas também adultos que não receberam o auxílio necessário quanto adolescente.

Em resumo, nota-se como a sociedade está alienada no pensamento descabível que o bullying não passa de brincadeiras entre jovens e que não possuem a intenção de prejudicar. Com a finalidade de irradiar tal pensamento, cabe ao Ministério da Educação retratar como pode ser prejudicial por meio de matérias escolares específicas como ética na sociedade afim de auxiliar pessoas que sofrem tal agressão psicológica e física nas escolas.