O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 28/10/2020

No Brasil, existe dois polos. O primeiro a existência da Lei e no segundo a sua ineficiência enquanto aplicação. Isso acontece com o Bullying - palavra inglesa para definir uma situação de agressão intencionais, verbais ou físicas - a Lei Antibullying obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao Bullying. No entanto, ainda é comum a prática dessa ofensa, principalmente nas escolas, cabendo esta instituição junto com ONGs resolver essa situação. Nesse contexto, a falta de profissionais preparados e a ineficiências do cumprimento da Lei mostram-se como os principais formadores dessa problemática.

Em primeira análise, é importante entender que com a falta de profissionais preparados para lidar com esta problemática do Bullying, causa o avanço desse. No livro “Extraordinário” de Palacio, tem como plano a história de Auggie que sofre Bullying por sua aparência. Esses conflitos ocorre justamente longe dos olhos dos profissionais que não estão preparados para detectar esses fatos. Então, diante disso, observa-se que a falta de formação desses profissionais leva a cultura de violência na escolas.

Ademias, a ineficiência da Lei Antibullying que obriga a prevenção ao combate do conflito. Tem como fator primordial o seu desconhecimento levando assim ao aumento desta violência. E sem a sua aplicação adequada essas crianças e adolescentes mais vulneráveis ao Bullying sofram com traumas físicos e psicológicos e no mais a sua saída da escola. Então, cabe essa instituição junto com ONGs o acolhimento desses indivíduos e a aplicação da Lei.

Portanto, é evidente que medidas devem ser tomadas para a prevenção das crianças e adolescente que sofrem Bullying. Através do MEC - responsável pela educação do pais -  e das Universidades devem ministrar palestras aos profissionais para saber lidar com a situação do Bullying nas escolas e intensificar o uso da Lei Antibullying para um melhor convívio escolar.