O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 05/11/2020

Segundo dados propagados pela mídia: ‘‘A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga’’.  A partir disso, verifica-se a necessidade de medidas para atenuar esse problema.

Diante de tal cenário, é válido ressaltar que muitas vezes, diversos alunos são agredidos física e psicologicamente dentro do ambiente escolar e não há nenhuma providência tomada pelas autoridades locais. Isso verifica a necessidade das instituições trabalharem o assunto dentro e fora de sala, abdicando a violência entre os alunos e dos próprios professores com os estudantes.

Ademais, é perceptível que o bullying pode acarretar diversos empecilhos na vida da população brasileira, como por exemplo desinteresse pela escola, havendo diminuição do desempenho escolar, além de isolamento, ataques de pânico e ansiedade, distúrbios alimentares e até mesmo consumo de álcool e drogas ilícitas. Sendo assim, percebe-se que essa problemática é inadmissível e que continua assolando o desenvolvimento da sociedade.

Em face a tais informações, portanto, é lícito concluir a necessidade de se discutir a questão e o papel da escola e dos responsáveis nessa luta. É inquestionável a ação do Ministério da Educação (MEC) e das Universidades que devem formar professores capacitados para identificar e lidar com o bullying nas escolas; as escolas devem abordar o tema em sala de aula, com enfoque a explicitar a gravidade do assunto e combater a agressão; a ação de ONGs com o apoio jurídico, social e psicológico ás vítimas de bullying, e até mesmo a ação do Governo e das secretarias especiais de direitos humanos para criarem campanhas de divulgação de informação sobre a Lei Antibulllying. Somadas essas medidas, será possível, quem sabe, criar uma população futura que respeite, de fato, a saúde mental do próximo.