O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 12/11/2020
No lema da bandeira brasileira está escrito a frase “Ordem e Progresso”. No entanto, a realidade não é tão angelical assim, levando em consideração a predominância do bullying, o que é um retrocesso. Tal situação se agrava, sobretudo, devido ao agressor efetuar esse papel para se sentir forte e dominante e ás vítimas poderem chegar a casos extremos, como suicídio. Desse modo, medidas são necessárias para que essa problemática seja erradicada.
Em primeira análise, é necessário levar em consideração as atitudes do ofensor para se sentir poderoso. Isso ocorre porque, inúmeras vezes, ele tem medo de virar o oprimido ou para se achar melhor do que outros. Consequentemente, vira um adulto agressivo e normaliza situações de hostilidade, como bolinagem nas escolas. Prova disso é a série da Netflix “Dash e Lily”, em que a protagonista, quando criança, era humilhada por Edgar porque ele sentia inveja dela e queria se sentir superior. Assim, percebe-se que esse fator agrava a questão.
Em segunda análise, é verossímil ressaltar o quanto a degradação afeta os sofredores dela. Isso é um problema porque ela pode arruinar a vida desses indivíduos e causar sérios problemas psicológicos, como depressão e ansiedade, além de torná-los introvertidos e reprimidos socialmente. Como consequência, em prol de acabar com seu sofrimento, eles podem tirar a própria vida ou a do ofensor. Isso pode ser enfatizado pelas informações da revista Veja, que revelaram que uma em cada cinco crianças pensa em suicídio depois da agressão. Assim, nota-se o quão sério é esse empecilho.
Dessa forma, é evidente o quão prejudicial é a ocorrência do bullying no Brasil. É necessária, portanto, uma ação do Ministério da Educação - responsável por garantir o direito ao estudo - deve incrementar e ensinar, nos colégios, o respeito ao próximo e as consequências das ações, por meio de palestras e debates que mostrem que é demasiadamente errado ridicularizar outras pessoas, com a finalidade de instruir os alunos a não caçoar de ninguém. Dessa maneira, dar-se-á o primeiro passo para mudar tal situação.