O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 18/11/2020
O impactante filme “O Extraordinário”, estreado em 2017, narra a história de um garoto de dez anos nascido com uma deformidade facial, e como resultado, tende a enfrentar olhares e opiniões negativas de seus colegas na escola. Fora da ficção, cabe a ponderação envolta do bullying no Brasil, de modo que ataques de pânico e ansiedade ou até mesmo comportamentos violentos são consequências dos abusos sofridos pelos jovens. A partir disso, nota-se a necessidade de medidas para atenuar essas questões.
Diante de tal cenário, é válido ressaltar, em primeiro plano, que sofrer ataques físicos ou verbais em ambientes escolares podem estimular distúrbios psicopatológicos. O bullying está diretamente ligado a ansiedade e ataques de pânico, segundo uma pesquisa da ONU, uma em cada cinco crianças pensam em suicídio depois de sofrer uma agressão. Diante disso, psicólogos afirmam uma queda no desempenho e na frequência escolar, além de problemas com a autoestima e a alimentação.
Ademais, a vítima pode apresentar sintomas de raiva contra as pessoas do seu âmbito social, como o caso do massacre de Columbine, no qual um aluno assassinou a sangue frio seus colegas e professores após resistir a uma série de abusos. Contudo, o bullying contribui para um clima de medo e angústia no meio colegial, contribuindo para um futuro agressivo. Sendo assim, percebe-se que essa problemática continua assolando o desenvolvimento de milhares dos jovens do país.
Em face a tais informações, fica evidente que providencias devem ser tomadas a fim de suavizar tais adversidades. Assim, as instituições de ensino devem instruir e capacitar os professores e todos os funcionários pedagógicos a identificarem o comportamento dos jovens e lidarem oferecendo o suporte necessário a vítima e punir o agressor, com o intuito de não repetir seus atos de crueldade. Dessa forma, talvez, essa prática será efetivamente combatida, para que assim, menos casos sejam vistos.