O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 11/11/2020
Na obra ‘‘Extraordinário’’ é retratada a história de August um menino que nasceu com uma rara deformidade facial, dessa maneira, ao ir até a escola pela primeira vez a realidade vem à tona. A ficção inspirada em fatais acontecimentos da contemporaneidade tem como ponto central apresentar o revés inexorável que é o bullying prejudicial em torno do garoto. No contexto brasileiro atual, tal adversidade é grave e persistente devido essencialmente à falta de empatia, o acesso à tecnologia - tornando-se mais fácil sua prática de agressão e então principalmente a obtenção de uma boa imagem de si próprio, debilitando a moral e psicológico da vítima.
Primeiramente, desde a época da ditadura, meios para aparentar superioridade sobre a minoria eram constantes com base perante crimes políticos e irrefutavelmente a perseguição do governo por culpa de ideias contraditórias dentro da sociedade. Conduzindo tal concepção para âmbitos mais privados, gerando assim pais ou responsáveis que criam os filhos de maneira indevida ou até agressiva, se infiltrando na mente dos indivíduos que essa é uma maneira válida de se impor, por conseguinte acarretando maiores danos no corpo social com um total de 14,1% da incidência de agressões em escolas públicas ou particulares segundo o PISA (Programa de Avaliação de Estudantes) em 2015.
Portanto, o bullying é intensificado cada vez mais todo ano devido a omissão da esfera governamental dentro de escolas, sendo inevitável e incomum de preferência pelo fato de que professores e funcionários não preparados para lidar com situações que envolvem o transtorno, agravando o medo de jovens de tratar e relatar o problema virando um grande reviravolta em suas consciências como na frase dita pelo psicanalista francês Jacques Lacan ‘‘Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo’’. Provindo continuamente de uma série de problemas psicológicos como a depressão e a ansiedade levados adiantes em suas vidas.
Diante aos fatos mencionados, é plausível que medidas devem ser realçadas para a melhoria do país como um todo. Contanto o ECA - órgão dirigente de assuntos internos e referente ao estatuto da criança e adolescente - pende a incentivar e investir em materiais como palestras didáticas para tratar sobre o bullying tanto em contexto privado e familiar, como público. Destarte dispor de ações em conjunto de profissionais e até outros países com o objetivo de discutir sobre a importância de uma solução para o ‘‘Cyberbullying’’ de modo amplo com projetos envolvendo tecnologia e afins, pois em essencial é a área que mais há casos preocupantes de tal pertubação. Para que isto posto sirvam de empecilhos na iniciativa para o desenvolvimento educacional e ajuste moral do país.