O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 11/11/2020

No âmbito social contemporâneo há nas escolas o bullying, algo que já é conhecido a anos, entretanto, acreditava-se que com a mudança para o EAD na quarentena, a recorrência desse fato seria menor. O que não ocorreu e ao contrario do esperado, o crime aumentou em 60%, segundo o ISTCE. Dado o exposto, são necessárias estratégias para amenizar a violência nas redes de ensino e o cyberbullying.

Inicialmente, o ciclo do bullying é prejudicial para todos os envolvidos. O agressor pode vir a desenvolver comportamentos agressivos quando adulto, assim como a vítima humilhada e rebaixada, pode chegar ao suicídio ou a atos de violência extrema contra a escola, enquanto as testemunhas adquirem o medo de se tornarem os próximos padecentes e um sentimento de culpa por não terem feito nada para impedir, que podem acompanhá-las por toda vida.

Em segunda análise, a internet trouxe benefícios inegáveis, porém junto com toda essa praticidade e tecnologia, está a importunação virtual adstrita que hostiliza e intimida o sofredor sendo pior que a bolinação em ambiente escolar, já que, não há maneiras de fugir. Dessa forma, trazendo ao Brasil o titulo de segundo país com mais casos, apresentando iminência na resolução dessa problemática.

Urge, portanto, a indispensabilidade do Ministério da Educação (MEC) e Universidades em formar professores capacitados para identificar e lidar com a coação nos colégios. Além disso, as escolas devem oferecer palestras com psicólogos com objetivo de conscientizar o corpo discente sobre a gravidade desse delito e coibir tal idiossincrasia. Seguindo essas medidas, haverá uma reflexão coletiva sobre o assunto com desígnio de erradicar o problema em questão e tornar a sociedade mais tolerante.