O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 12/11/2020

No filme “Extraordinário”, sendo retratado Auggie, o garoto que nasceu com uma deformação facial, possui uma infância difícil enfrentando o bullying. Na realidade do Brasil, essa prática é levada de uma forma diferente, o que evidentemente necessita o combate de opressão no país. Nessa sequência, fica entendível a necessidade da participação da família mais efetiva na formação dos jovens, tal como utilização de tecnologia a favor das vítimas.

A priori, importante o destaque, em função do pensamento da escola, uma grande maioria das famílias não prepara os seus filhos para enfrentarem diferenças naturais. Dessa maneira, o posicionamento familiar deve ser mais primordial, logo prevenindo humilhações provocadas pelos dependentes com outras pessoas. Além de tudo, em bares por um exemplo, há a possibilidade de ocorrer a mesma coisa do filme Extraordinário, sendo uma reflexão sobre o respeito ao próximo e entender suas diferenças.

Outrossim, a tecnologia pode muito bem ser usada de forma inteligente e promovendo resultados positivos, assim podendo salvar vidas. Todavia, muitas vezes não é usada de forma fiel por alguns indivíduos, e sim para disseminar preconceito e ódio. Contudo, é muito importante ressaltar a importante e o investimento na Inteligência artificial (IA) é desfavorecida, e podemos perceber famosos que acabam sofrendo nas redes virtuais, também grupos mais vulneráveis –mulheres, pessoas acima do peso, negros- que acabam sofrendo danos psicológicos.

Em conclusão, é significativo a participação da família na formação social e tendo a tecnologia usada ao favor da vítima e assim as protegendo. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que tanto o Ministério da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos, cire por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias em veículos de comunicação, para incentivar o diálogo dos parentes e avisando os indivíduos dos problemas de saúde causados no sofredor, dessa forma, criando o hábito de educar e respeitar os demais. Somente assim, poderá promover uma diminuição nas implicâncias, e também proporcionar uma consciência social harmônica.