O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 12/11/2020

Na charge “Bullying” de Ari de Cunha publicada em abril de 2018, retrata a inocência das crianças ao serem ofendidas, pois por mais que estavam contando do que um indivíduo estava exercendo a prática do bullying com eles, não estavam preocupados com os mesmos, mas sim com o agressor. Inclusive essa própria inocência faz com que várias crianças pratiquem a  agressão, de forma que não sabem a gravidade desse assunto.

Aproximadamente 60% de jovens que estudam no ensino fundamental de Curitiba, já sofreram bullying nas escolas, conforme o canal  “ParanáPortal” na UOL abordou, isso mostra como está se tornando mais comum essa forma de agressão. E vai longe pois a lei antibullying não prevê uma punição ao agressor, isso leva uma garantia que ele pode fazer quantas vezes quiser e sair ileso.

Com isso temos vários complicações na sociedade atual, como adultos com problemas psicoemocionais, onde os indivíduos só percebem depois que já estam mais velhos. De modo que os pais tendo esses problemas os filhos também vão ter, logo isso se torna um ciclo, levando ao mesmo fim, uma sociedade mal construída.

Por tanto o único jeito de acabar com o bullying é ajudar o agressor, reconstruindo a lei antibullying trazendo uma punição, como ir ao psicólogo e fazer trabalhos comunitários, afim de aprender a respeitar ao próximo, fazendo com que a vítima fique mais segura e sabendo que o agressor vai pensar mais antes de fazer de novo, tendo uma punição.