O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 16/11/2020

“O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. A frase do filosofo suíço Jean Jacques Rousseau, fala sobre a personalidade do ser humano onde nos mostra que o homem nasce sem saber, mas a sociedade a qual foi criado o transforma. Nas escolas o bullying ainda é algo que afeta as crianças e adolescentes de todas as formas, tanto por padrões sociais e estéticos como também a influência de pessoas no circulo social o qual a criança vive, que pode induzir a prática do bullying.

De acordo com o relatório do Programa de Avaliação do Estudante (PISA) de 2019, 43% das crianças e jovens do país sofreram bullying na escola por razões como aparência física, etnia, gênero, religião e orientação sexual. Infelizmente padrões sociais e estéticos ainda são problemas que afetam as pessoas, de modo que os preconceitos como: Intolerância religiosa, LGBT fobia, gordo fobia, entre outros façam as pessoas olharem primeiro o físico antes de olhar o interior(caráter) da pessoa a qual se relaciona.

As identidades dos indivíduos nas organizações sociais são moldadas a partir de uma interação humana, ao se compartilhar regras e valores, exercendo uma influência considerável sobre praticas do dia-a-dia, como os preconceitos e intolerâncias, de forma com que o jovem que pratique o bullying não saiba o motivo pelo qual faz isso, como também, não vê erro no que faz.

Desse forma, o governo junto as secretarias especiais dos direitos humanos deveriam criar campanhas divulgando mais informações sobre a lei “Antibullying”. Escolas públicas e privadas deveriam contratar psicólogos para auxiliar vítimas do bullying a entenderem que seu modo de viver e ser não é errado, como também falar com o agressor para mostrá-lo que que não é errado ter opiniões contrárias, mas sim violentar outra pessoa por isso.O Ministério da Educação (MEC) e universidades devem auxiliar na formação de profissionais capacitados a identificarem o bullying para assim ajudar a combate-lo.