O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 12/11/2020
A Lei Antibullying imposta em 2015 pela então presidenta Dilma Rousseff, não possui fiscalização o suficiente para combater o problema do bullying. Com o aumento da internet, surgiu o crescimento do cyberbullying e dados mostram que quanto mais dinheiro um indivíduo possui, mais ocorre o caso de agressões físicas e psicológicas. Dessa maneira, torna-se necessário mudanças urgentes.
Em primeiro plano, cabe analisar que o cyberbullying é a violência psicológica realizada contra alguém. Durante a pandemia do COVID-19, segundo as mídias televisivas, cerca de 60% dos estudantes manifestaram-se vítimas do cyberbullying, durante três meses de confinamento, quase duplicou os casos, comparado a 2019. Desse modo, indubitavelmente é necessário a fiscalização mais rígida a respeito disso.
Em segunda análise, cabe ressaltar que o bullying é mais praticado por pessoas com maior poder aquisitivo. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as opressões físicas e mentais são mais comuns em escolas privadas, cerca de 7,6% em comparação a 6,5% das escolas públicas. Sendo assim, é preciso alterações no comportamento de alunos e professores.
Por conseguinte, é notório o quão exorbitante é o problema do bullying. Dessa forma, é primordial uma ação do governo, juntamente com o Ministério da Educação e da Cultura (MEC) para conseguirem combater o bullying no Brasil. É necessário ter mais fiscalização policial sobre os casos de cyberbullying e formar professores capacitados para identificar e lidar com as agressões nas escolas; abordando a questão em sala de aula e apresentando a gravidade do transtorno, a fim de incentivas vítimas a compartilharem suas experiências, assim diminuindo o alto índice de ridicularização.