O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 13/11/2020
Bullying nos meios escolares não é nenhuma novidade, principalmente na sociedade contemporânea, mesmo em período de ensino a distancia, o bullying só tende a aumentar, sendo principalmente praticado como isolamento, apelidos e coisas de más intenções ditas pelas ‘‘costas’’ da pessoa alvo, isso faz com que muitas pessoas desenvolvam fobias, como fobias sociais, doenças psicológicas, como depressão e ansiedade, ou até mesmo, em casos extremos, o suicídio, levando em contra a gravidade do assunto, temos de fazer o possível para combater e acabar com esse tipo de atitude rapidamente.
Segundo o site agênciaBrasil em 2019, 29% dos alunos do estado de São Paulo, sofreram bulliyng escolar, 29 parece um numero pequeno, porem com a gigantesca população que habita São Paulo, este numero é muito preocupante, o site também afirma que 1 a cada 10 estudantes sofre bulliyng constante nas escolas, sejam por agressões físicas, isolamento, abuso verbal, pegadinhas, ou qualquer tipo de ‘‘brincadeira’’. Uma pesquisa feita pela Unicef, indica que cerca de 150 milhões de adolescentes sofrem bullying.
Dados do PISA indicam que 17,5% dos alunos em uma faixa próxima de 15 anos de idade sofre bulliyng ao menos uma vez no mês dentro do seu circulo escolar, uma pesquisa postada pelo site minhavida.com.br, apresenta dados de que um terço dos casos de depressão em adultos e jovens esta diretamente ligado a bulliyng sofridos na infância / adolescência, ou ainda sofridos. Além disso, aproximadamente 25% a 30% das pessoas sofrem bulliyng no meio virtual, muitas vezes as ameaças começam no mundo real e migram para o virtual, atingindo a pessoa ate mesmo quando ela deveria ‘’estar livre’’ no seu ‘‘refugio’’, muitas vezes se isolando no quarto e se afastando dos familiares, que muitas vezes não entendem ou julgam como ‘‘fraco’’ o problema, oque dificulta a descoberta da violência.
Sendo uma atitude, aparentemente, difícil de identificar, o bulliyng se passa de forma despercebida pelas escolas e familiares, levando isso em conta, juntamente com a falta de vontade e preparo das escolas para combater tal atitude, será extremamente complicado reverter toda essa ‘‘cultura’’ de menosprezar alguém que você, ou seu grupinho de populares, julga inferior, sabendo disso, a melhor forma para começar o combate seria incorporar funcionários capacitados, como psicólogas, nas escolas, ao mesmo tempo que os professores e funcionários receberiam um treinamento especial para identificar os ‘‘pequenos’’ sinais de abuso. Como esse tipo de conduta é extremamente ‘’normal’’ no caráter dos jovens, teria de ter toda uma ‘‘reformulação’’ na educação ‘‘de casa’’ dos jovens, já que muitos aprendem até mesmo com seus familiares a praticar o desgosto por alguem, religiosamente, racialmente e etc. ( acabou as linhas, como sempre )