O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 17/11/2020

“O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. A frase do filósofo Jean Jacques Rousseau elucida a questão do bullying, tendo em vista que o agressor não nasce com o intuito de praticar o bullying, mas para a sociedade é preciso ser melhor, diminuir os outros, para ser o mais popular. Dessa forma, vê-se que o cenário, motivado pela falta de profissionais do assunto nas escolas e a questão de querer se sobressair sobre os outros. A partir disso, verifica-se, também, a necessidade de medidas para atenuar essa questão.

Perante esse problema, cabe discutir, primeiramente, que a falta de psicólogos nas escolas. De acordo, com o site Folha dirigida, o Presidente Jair Bolsonaro, em 2019, promulgou a Lei 13.935/2019 que determina a contratação de profissionais de psicologia e serviços sociais nas redes públicas de Educação Básica. Entretanto, grande parte das escolas ainda não receberam esses profissionais, por falta de verba e interesse dos governantes.

Além disso, é perceptível que a vontade de ser o mais popular atinge, principalmente muitos adolescentes, fazendo com que pratiquem insultos, desprezem outros, por seu físico, habilidades ou estética. Dessa forma se elevam os indicies de depressão e isolamento social, afetando principalmente, o psicológico da vítima e fazendo com que o agressor, que também deveria passar pelo atendimento psicológico, continue causando sofrimento a muitos outros.

Fica evidente, portanto, que medidas necessitam ser tomadas para amenizar tais impasses, a fim de ter uma sociedade menos depressiva. Sendo assim cabe aos governantes de cada estado agilizar a contratação dos profissionais de psicologia, por meio de investimentos na área educacional e o corte de gastos em áreas desnecessárias. Assim criando um ambiente escolar mais seguro e tranquilo para a criação de uma sociedade mais feliz.