O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 18/11/2020
“Uma das coisas mais importantes da não violência é que não busca destruir a pessoa mas sim transformá-la”. A frase dita por Martin Luther King, se adequa a vítimas de assédio moral, experiências passadas que ocasionaram a mudança radical do seu modo de viver e ponto de vista do mundo contra a própria vontade. Em 2019 fora feita uma pesquisa pelo UNICEF, apontando que 37% de jovens brasileiros sofreram degradações ou assédio virtual. Sendo eles por sua maioria, pré-adolescentes e adolescentes.
É alarmante observar os dados, tendo consciência de que muitos pais não prestam atenção a o que o filho faz dentro da internet. Bullying não ocorre por um único fator mas diversas coisas abrangem algo que vire motivo de aversão pelos outros, nunca é culpa da vítima ou merecido por ela apenas ser ela mesma.
Há campanhas pelo Brasil, que reforçam o combate a essa prática perversa, ademais que diálogos ajudam a descontruir ou abrir a cabeça do agressor que vem praticando isto com os colegas, ensinando-o que ninguém nasce reconhecendo da existência de um padrão ou o modo que se deve agir. Igualmente, mostrar a quem está sofrendo, que não precisa ser inseguro de se abrir sobre o que esteja acontecendo.