O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 17/11/2020
O filme “Extraordinário” conta a história do pequeno August Pullman, um menino de 10 anos, e o início da sua vida escolar. August nasceu com uma síndrome rara que causou diversos problemas de saúde, inclusive uma deformação em seu rosto. Após entrar na escola, Auggie – como ele é chamado pela família – sofre bullying não ter um rosto “padrão”. Fora dos limites ficcionais, a prática dessas questões é bastante comum nas escolas brasileiras e a falta de propagação ao combate contra o bullying. Neste contexto, tal problema ocorre tanto pela ausência visibilidade para campanhas e leis que apoiam esse conflito nas escolas. Sendo assim, é necessária medidas a fim de amenizar esse empecilho.
Dia 7 de abri é o Dia Nacional de Combate ao Bullying, foi escolhido esse dia, pois nesse mesmo dia em 2011 ocorreu o massacre de Realengo, no qual um ex-estudante foi há uma escola e disparou contra as pessoas, matando doze pessoas. Segundo o autor da proposta, o ex-deputado Artur Bruno, do Ceará, justificou que a data deve servir a iniciativas que chamem a atenção para a questão do bullying, estimulando a reflexão.
A Lei Antibullying, nº 13.185 da constituição, prevê que, além de clubes e agremiações recreativas, as escolas desenvolvam medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying. Porém, de acordo com o relatório do Programa de Avaliação de Estudantes (PISA) 2019, no Brasil, 43% das crianças e jovens no país já sofreram bullying na escola por razões como aparência física, etnia, gênero e orientação sexual, tornando evidente a insuficiência da lei e a necessidade de outros meios para diminuir esse mal.
Tendo em vista que o bullying é frequente na sociedade brasileira, cabe ao Governo Executivo, as secretarias especiais de direitos humanos e as escolas criarem campanhas de divulgação de informação sobre a Lei Antibullying e o Dia Nacional de Combate ao Bullying, afim de consciencializar e combater.