O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 18/11/2020
A música “Pumped up Kicks” da banda Foster The People, é muito conhecida por ser inspirada nos massacres às escolas estadunidenses. É reconhecido que os responsáveis por esses ataques são alunos que sofrem bullying dentro das instituições. No Brasil, os números dos atentados são menores, uma vez que, segundo a Carta Capital, desde de 2002 já ocorreram 8 massacres em escolas brasileiras, por ex e correntes alunos. Mesmo que os números sejam baixos, os estudantes devem ser encorajados a denunciar práticas do bullying e a Lei Antibullying deve ser propagada dentro das escolas.
De acordo com dados do Programa Escola Segurança, realizado pela Política de Segurança Pública (PSP), o número de denúncias do bullying passou a crescer nos últimos cinco anos e, por padrão, elas são realizadas por pessoas próximas às vítimas. Isso indica que as escolas e os alunos estão mais atentos com as agressões realizadas nos ambientes escolares. Entretanto, segundo a PSP, durante o período de confinamento, houve um aumento do cyberbullying, resultando em mudanças do comportamento da vítima. Diante disso a participação e a atenção dos pais ou responsáveis, é fundamental para o bem estar dos jovens.
Em paralelo a isso, a Lei Antibullying foi criada no ano de 2015 pela presidente Dilma Rousseff. Esta que prevê as formas de violência e intimidação sistemática (bullying) e suas devidas prevenções dentro da comunidade nacional. Porém, segundo o Estadão, devido a falta de fiscalização governamental, a lei ainda não é praticada por toda a sociedade brasileira, sendo imposta somente dentro das instituições escolares.
Diante disso, conclui-se que é necessário medidas para atenuar esse problema. Dessa forma, o Ministério da Educação (MEC) deve investir na formação de professores capacitados em identificar e lidar com ações do bullying dentro das escolas, e incentivar argumentações e debates voltado ao assunto nas salas de aula e em reuniões com pais e responsáveis. Em contrapartida, o Governo Federal deve monitorar o devido funcionamento da Lei Antibullying e divulgá-la, por meio de campanhas, dentro das instituições. Dessa maneira a conscientização e prevenção do bullying aconteceria dentro da comunidade brasileira.