O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 19/11/2020
Segundo o relatório do Programa de Avaliação de Estudantes (PISA) 2019, no Brasil 43% das crianças e jovens no país já sofreram bullying na escola por razões como aparência física, etnia, gênero e orientação sexual. Entretanto, na sociedade contemporânea (2020), tais dados ainda persistem. Dessa maneira, percebe-se que a negligência escolar junto com os danos mentais aos indivíduos que sofreram bullying estão cada vez mais fortes. Dessa forma, é clara a necessidade de se criar propostas a fim de diminuir esse revés.
Sob tal viés, nota-se, de início, que a indiligência no recinto acadêmico é vasta, a série Control Z produzida e apresentada pela NETFLIX retrata Luís um menino tímido e artístico que é mais um vitima da cultura do bullying nas escolas, rotineiramente agredido e zombado por Gerry e seus amigos. Na realidade brasileira, isso não é diferente e acarretam no ambiente familiar tóxico, a popularidade no âmbito colegial, egocentrismo, inveja e muitos outros. Diante disso, as consequências mais severas são a depressão, ansiedade, problemas de saúde, a falta de ânimo para voltar a estudar. Tal feito continua assolando o desenvolvimento de uma sociedade íntegra.
Outrossim, é perceptível as doenças psicológicas em adolescentes e adultos resultadas pelo bullying e existe desde que surgiu as instituições de ensino. Assim, o livro Por lugares incríveis escrito por Jennifer Niven apresenta dois jovens prestes a escolher a morte que despertam um no outro a vontade de viver. Um garoto pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra uma menina, também prestes a pular. Sendo assim, um tópico que cada vez vem prejudicando mais pessoas, e têm como algumas causas proteger a própria imagem, medo e violência familiar. Deste modo, resulta em suicídio, ataques de pânico, isolamento e dificuldades para dormir.
Infere-se, portanto, que levando-se em conta as questões abordadas, caminhos devem ser elucidados para amenizar tais impasses, a fim de obter uma sociedade mais justa. Desta maneira, o Ministério da Educação - órgão do governo federal do Brasil - deve formar professores capacitados para identificar e lidar com o bullying nas escolas com aulas específicas sobre o assunto de incentivo à desenvolver crianças e adolescentes excelentes. Ademais, as ONGs devem dar apoio jurídico, social e psicológico ás vítimas de bullying mediante programas dedicados aos padecentes de tal questão e, assim, prestar maior assistência aos casos de problemas mentais provocados pelo bullying. Desse modo, dar-se-á o primeiro passo para abrandar esse cenário.