O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 20/11/2020

Um país com uma cultura invejável, com grande diversidade, mas que por grandes momentos foi motivo de preconceito, discriminação e algumas formas distintas de violência. De acordo com uma notícia publicada pela revista ‘Época’, em 2018, o Brasil é o segundo país em que crianças e adolescentes mais sofrem com o cyberbullying, ficando atrás apenas da Índia, a ação praticada por meio virtual acabou se instalando de forma constante no presente momento de isolamento que está sendo vivenciado.

A escola é um dos principais cenários desses acontecimentos, onde “um em três alunos já foi vítima de bullying” e para que os números não venham a aumentar, o assunto deve ser tratado com seriedade, buscando sempre o respeito para que uma convivência seja prejudicada alcançada.

Alguns dos motivos dessas ocorrências são: a aparência, a cor da pele, a condição financeira e dependendo da faixa etária (quando o indivíduo ja possui conhecimento sobre o assunto) o gênero. E que possuem consequências como: perca de interesse em assuntos cotidianos, mudança de comportamento, isolamento, distúrbios como ansiedade e insônia, agressividade e no pior dos casos o suicídio (sendo a terceira maior causa de mortalidade no mundo).

O assunto deve ser aberto e exposto com clareza, para que aos poucos seja entendido e podendo assim achar a solução mais viável para que não aconteça com tanta frequência como vem ocorrendo, pais e responsáveis podem alertar seus filhos a buscarem ajuda após a agressão e que a atenção seja direcionada a forma de combater e não passar a tratar como cotidiano. O governo pode contribuir com propagandas em canais abertos, buscar tratar de assuntos como esse nas escolas, prestar ajuda psicológica quando necessária, prevenir que agressores não realizem as infrações, preservando assim a vida de muitas pessoas que sofrem com o problema já citado