O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 27/11/2020

Na série “Anne com um E” retrata a personagem principal sofrendo bullying em diversas situações dentro da escola. Assim também acontece no Brasil, onde pode- se verificar inúmeros casos envolvendo tamanha violência, principalmente, dentro das escolas. Dessa maneira, entende- se que ocorre a negligência parental e mesmo existindo uma lei, é pouco disseminada.

De acordo com o Jornal Brasileiro de Psiquiatria, um estudo realizado em 2018, com o intuito de analisar a qualidade das relações familiares com os adolescentes e as consequências em situações de bullying escolar, que contou com uma cooperação de 2.354 estudantes do ensino fundamental e médio, de uma cidade do interior de Minas Gerais. Afirmou-se que as interações familiares interferem no envolvimento dos alunos em situações de bullying. Por conseguinte pode- se cogitar que a negligência familiar torna-se uma problemática pois quanto melhor a afeição, menor será o impacto na saúde emocional das vítimas de determinada humilhação.

Segundo a Lei nº 13.185, em vigor desde 2016, categoriza o bullying como intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em ações que rebaixam ou discriminam. Incluindo os exercícios físicos, insultos, intimidações e comentários. Por isso, pode –se perceber que essa lei é pouco divulgada, por consequência os agressores não têm receio das punições.

Portanto, é nítido que o tema deve ser tratado com mais atenção, para atenuar esses acontecimentos, as escolas devem contratar um corpo docente com capacitação para auxiliar em relação a essa prática. Necessitam deixar claro a seriedade do ato, consequências, que o agressor deve ser punido por conta da ação. Trabalhando com a conscientização e desenvolvimento socioemocional dos jovens e a família acerca do assunto, exibindo que é uma prática negativa. Os canais de comunicação podem alastrar mais informações sobre a penalidade. Assim sendo, transformando a convivência social positiva.