O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 27/11/2020
Nas histórias em quadrinho da Turma da Mônica, o personagem Cebolinha pratica bullying com sua colega Mônica por ela ter baixa estatura e ser acima do peso. Fora da ficção, acontecimentos de bullying também ocorrem, sendo fulcral o seu combate. Destarte, faz-se necessária a ação da escola e dos alunos como agentes impedidores dessas agressões no Brasil.
Em primeiro lugar, é válido elucidar a relevância da escola no combate ao bullying. Nesse viés, em virtude do colégio ser uma instituição educacional, ensinar aos alunos as consequências físicas e psicológicas da intimidação recorrente não só cria a repulsa contra esse ato, bem como desenvolve a confiança entre os estudantes. Assim, ao agir contra esse tipo de abuso, a escola cumpre sua função social e jurídica, haja vista que a lei 13.663/18 afirma que esse local tem a incumbência de promover medidas preventivas contra o bullying.
Outrossim, a ação de cada aluno também é uma importante ferramenta no combate a essas agressões. Nesse sentido, se cada estudante, ao perceber o bullying, denunciar a algum adulto responsável, práticas como essas terão cada vez menos espectadores. Posto isso, no momento o qual cada indivíduo não se abstém de declarar que viu a violência, a frase de Gandhi, a qual diz para cada pessoa ser a mudança que quer ver no mundo, será aplicada no dia a dia.
Portanto, combater ao bullying precisa ser um esforço de toda a sociedade. Logo, urge as escolas observar o ambiente escolar e agir, se necessário, por meio da designação de fiscais nos diversos lugares da instituição, a fim de que caso algum desses funcionários percebam a ocorrência do bullying, notifiquem aos pais dos envolvidos. Ademais, cabe aos alunos ajudar aos funcionários das escolas, mediante o desabafo de casos de agressão que eles presenciarem, com o intuito de acabar com essa prática. Só assim, casos como os que ocorrem na Turma da Mônica deixarão de ocorrer na realidade.